Vingadores: E agora?
Antes de qualquer coisa, caso não tenha assistido ao filme ainda, não leia essa post, leia o Conexão Nerd e após assistir o filme retorne aqui… Caso você ainda esteja comigo falarei sobre minhas considerações do filme e o que fazer após a espera ter acabado, ou seja, o filme foi lançado, E Agora?
O filme é fantástico, não me decepcionou. Não me proponho a fazer uma critica completa, comentarei agora os pontos mais forte/surpreendentes do filme sem medo de dar spoilers.
Pontos fortes
O rumo dos personagens foi respeitado e houve mudanças pertinentes, sendo um dos motivos de alteração vinda do próprio fato do personagem exposto àquela situação específica, como Capitão América, ou então uma ligeira reformulação para consertar aquilo que não foi explorado ou poderia ser melhorado, como Viúva Negra e Homem-de-Ferro. Justifico cada mudança:
Conexão Nerd
Estreia do novo selo aqui do meu blog em que eu pretendo abordar sobre os filmes cujos lançamentos são de grande expectativa minha e irei discorrer sobre informações valiosas para quem quiser se ambientar ANTES de ir assistir o filme com informações sobre a trama, filmes anteriores ou posteriores, obra e vida do diretor, roteirista e/ou atores ou informações sobre as mídias originais (livros, HQs ou seriados).
Sendo meu primeiro alvo: Os Vingadores.
Primeira coisa que preciso falar é que a maioria das pessoas só conhece a Liga da Justiça ou nem mesmo sabe a diferença entre a DC e Marvel, então, rapidamente: DC é a editora de HQ’s dona dos personagens que aparecem na Liga da Justiça, já os X-Men, Homem-Aranha, Hulk são da Marvel, que também tem a sua super-equipe chamada Vingadores. E é por isso que o Homem-Aranha não participa da Liga da Justiça (Acredite, já tive que explicar isso pra alguém).
Tendo tirado isso do caminho, falemos da história da Marvel no cinema, focando no novo estúdio. Leia mais…
Aos anti-capitalistas
O capitalismo veio para ficar, e ao contrário do que as pessoas vestindo camisetas do Che Guevara (produzidas em massa) divulgam através de seus descolados iPhones, ele funciona.
Sim, o capitalismo vai bem, obrigado.
Quer provas? Fácil. Quando você vai à sua cozinha e de repente tem vontade de comer uma maçã, você:
(a) Rouba uma do vizinho.
(b) Planta uma macieira e aguarda para colher a fruta.
(c) Entra com uma petição de ração-fruta no governo.
(d) Senta e chora até a vontade passar.
(e) Vai ao mercado e compra.
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Certa resposta. (e)
Você sabe o que é RPG?
E não adianta dizer Role Playing Game, que significa Jogo de interpretação. Por mais que essa frase esteja correta, ela não é explicativa o suficiente pra quem não sabe o que é RPG e é redundante pra quem já sabe.
Então pra quem não sabe eis minha explicação: Existem três tipos de RPG. O eletrônico, jogado em vídeo games e afins, o de papel, que será o meu foco nesse post, e reeducação postural global, que eu pretendo ignorar nesse post (Nada contra, só não vou falar nada sobre.) Leia mais…
Soterrados Vivos.
Um homem subitamente acorda num caixão.
Com ele há um celular que não é o seu, um isqueiro, lápis, caneta, seus remédios para seu problema de ansiedade e um cantil com alguma bebida alcoólica. O celular, com meia bateria, apresenta o hud com um idioma desconhecido. Ele tenta abrir a tampa, mas é claro, ela não cede.
Esse é o mote do filme Enterrado Vivo (Buried Alive) do Rodrigo Cortés que em primeiro lugar deve ser reconhecido por estrear em hollywood com um filme audacioso, fora dos padrões da industria. Explico. Leia mais…
The Facebook e outras redes sociais
O filme A Rede Social (The Social Network) conta a história da criação do Facebook e as muitas brigas judiciais que a envolvem. O maior site de relacionamento foi criado por um geek da computação que é retratado como um babaca desprovido de afabilidade, incapaz de fazer um elogio sem inserir uma ofensa no meio, um cara que talvez só tenha um amigo, um que o levou a julgamento para tentar arrancar milhões de dólares, e ainda por cima o processo de criação do Facebook começou como um ato de vingança, mensagens maldosas de deboche num blog e uma brincadeira de mal gosto na internet, após um súbito término com a namorada.
Irônico como tudo isso começou. Leia mais…
Conto da lua cheia parte 2
Segue a segunda parte do conto, explicações no próximo post:
Flecha Prateada
Como é mesmo aquela música? Dum dum durum dum dum Du-dum dum. Não lembro a letra, só da batida, é assim: Dum dum durum dum dum Du-dum dum. Como é o nome mesmo? Droga. Como consigo pensar nisso justo agora? Concentre garota.
Flecha Prateada lenta e profundamente inspira enquanto encara um lobisomem, com um outro logo atrás. Duas grandes massas de músculos e pêlos, se esgueirando devagar, barrigas quase encostadas ao chão, sangue escorrendo de suas grandes presas. Estela tamborila os dedos ao ritmo de uma música esquecida, no cabo de flechas de prata, uma em cada mão, então para de tamborilar e as segura com mais firmeza, pronta para usá-las como armas brancas. Com batidas do pé no tapete ela marca o que acredita ser segundos. Do outro lado do tapete vinho com linhas onduladas douradas o lobisomem de pelugem preta deixa manchas rubras enquanto avança cuidadosamente, primeiro uma mão, depois a outra, logo após os pés, movimentos estranhamente leves para uma criatura tão grande. Um pouco atrás o lobisomem cinzento fica de pé e para de avançar, exibe seus dentes afiados num rosnado e coloca o pé em cima da aljava caída ao chão ao lado do arco. Leia mais…
